Quando o seu cão Wolfgang morreu há quatro anos, Steve Grieg ficou imensamente transtornado. Na altura, quis fazer algo de significativo, que “desse sentido à sua morte”, e decidiu ir a um abrigo e adotar o cão mais velho e que tivesse mais dificuldade em ser adotado. Esse cão era Eyore, um chiuaua de 12 anos, e foi o primeiro de muitos.

A partir daí, sempre que encontrava um cão “que parecia que ninguém ia querer adotar”, Steve levava-o para casa. E aos cães somaram-se também uma porca vietnamita chamada Bikini, dois gatos, dois patos, duas galinhas e um coelho. Além de um lago com peixes, são agora cerca de 20 animais, a maioria dos quais idosos. “São animais mais sábios”, afirma Steve. “Quando se chega a uma certa idade, começa-se a perceber o que se quer da vida. Estes cães sabem quem são, e é fácil desenvolver uma relação com uma pessoa ou um animal que sabe quem é.”

Steve trabalha como contabilista. Levanta-se todos os dias às 5 horas da manhã para alimentar os animais, o que demora bastante tempo, pois, devido à idade e a problemas de saúde, são muitas as restrições alimentares e os medicamentos que tornam uma simples refeição numa tarefa complexa. Além de voltar a casa à hora do almoço para cuidar dos seus amigos, Steve conta também com a ajuda do companheiro de casa e de um empregado de limpeza.

“Neste momento, estou no meu pátio e está um dia lindo. A Bikini está deitada no jardim e os cães também estão deitados por lá. Isso faz com que eu me sinta em casa. Faz-me sentir realizado saber que eles estão felizes, são amados e bem tratados. Faz com que os meus dias valham a pena.”

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Alguns dos animais de Steve

Origem: The Dodo

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