A iniciativa de cidadãos STOP VIVISECTION, cujo objectivo foi o de recolher assinaturas dos cidadãos europeus que se opõem à experimentação animal, deu mais um passo decisivo nesta longa jornada que visa divulgar e desenvolver alternativas eficazes e éticas aos testes em animais.

No passado dia 26 de Novembro realizou-se uma conferência no Parlamento Europeu, em Bruxelas, em que representantes do Comité Científico da iniciativa explicaram o enquadramento económico e científico da STOP VIVISECTION, no qual se inclui o impacto na saúde de todos nós que a questão dos testes em animais enforma.

No plano de trabalhos da conferência estava incluída a discussão de documentos científicos importantes na matéria da experimentação animal, bem como a questão da substituição desta por alternativas eficazes e menos dispendiosas, potenciando o progresso na ciência. Além disso, o plano incluía revelações sobre as próximas etapas da iniciativa STOP VIVISECTION.

O Comité científico é composto por: André Ménache (Reino Unido), zoólogo e cirurgião veterinário, director geral da Antidote Europe; Claude Reiss (França), médico e biólogo celular, director de laboratório há 30 anos na CNR de Paris e no Jacques Monod Institute, Professor na Universidade de Lille, presidente da Antidote Europe; Gianni Tamino (Itália), Professor de Biologia na Universidade de Pádua, antigo membro do Parlamento italiano e europeu, presidente do Comité Científico da EQUIVITA.

Recordamos que a iniciativa STOP VIVISECTION conseguiu obter 1,170,326 assinaturas válidas, certificadas pelas autoridades competentes dos Estados membros da U.E.. Estas assinaturas foram apresentadas à Comissão Europeia no evento realizado a 26 de Novembro.

Estas assinaturas atestam o desejo dos cidadãos europeus de terminar com a experimentação animal, substituindo-a por métodos que assegurem resultados para a saúde humana de uma forma ética.

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